Nome: Juliana
Idade: 23
Cidade: Santos - SP
Profissão: Jornalista e modelo
Estado civil: Solteira
Cor: Branca
Frase: 'Eu quero. Eu posso. Eu consigo!'
Signo: Câncer
Altura: 1,69m
Peso: 57kg


Big Brother Brasil 8
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On line desde 10 de março de 2008

:: Quarta-feira, Julho 08, 2009 ::

100+ Vip de 2009


Começou a segunda fase das 100+ Vip de 2009.

Para votar só seguir o exemplo abaixo:




Clique aqui e indique a Ju



Contamos com o seu voto, para fazer da Jú uma das 100+ da Vip de 2009.
Desde já agradecemos o seu voto!!!



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:: Quarta-feira, Julho 08, 2009 ::

Juliana Góes capricha na elegância em evento beneficente


Ex-BBB conta que quer construir uma carreira na moda



Ex-BBB Juliana Góes participa de evento beneficente



Entre os convidados do coquetel da Abrale, Associação Brasileira de Linfoma e Leucemia, na noite desta terça-feira, 7, na CasaCor, em São Paulo, quem mais chamou atenção foi Juliana Góes.

A ex-BBB compareceu ao evento com um look elegante e todo branco que, segundo ela, não foi providenciado especialmente para a ocasião. "Eu nem sei a marca da roupa. Comprei quando entrei na faculdade, porque achei que quando fosse jornalista ia precisar andar toda arrumadinha", disse. "Como eu não sabia como era esse evento, eu resolvi apostar no terninho", completou.

Formada em jornalismo, Juliana contou ainda que quer dar espaço para o que realmente gosta e se dedicar à moda. "Tenho desenhado algumas peças e, provavelmente, em breve vou lançar a minha marca. Ainda não sei se vou começar uma faculdade de moda ou fazer uma pós-graduação nessa área", falou. Mesmo com a nova profissão ainda ni início, a ex-BBB adiantou qual será o estilo da sua grife. "São roupas femininas que misturam o básico e o sofisticado", adiantou.

Fonte: Ego


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:: Segunda-feira, Julho 06, 2009 ::

SCAN : Revista A+ - Jornal Lance






Crédito: Juxonados


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:: Quinta-feira, Julho 02, 2009 ::

Fotos da Ju no Super Pop






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:: Terça-feira, Junho 30, 2009 ::

Juliana Goes nas 100+ da Vip de 2009




Segue abaixo o link das 100+ da Vip de 2009, pessoal vamos indicar a Jú para
ser uma das 100+ Vips de 2009.
Desde já agradecemos a colaboração de todos!!!!


CLIQUE AQUI PARA INDICAR A JÚ



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:: Terça-feira, Junho 30, 2009 ::

Juliana Góes lança grife e estreia roupa em seu aniversário


A santista comemorou 24 anos numa pizzaria em Santos, SP

Juliana Góes virou estilista. A ex-integrante do "BBB" acaba de lançar uma grife. Sua estreia no ramo da moda foi na festa de seu aniversário de 24 anos, completos dia 23, mas comemorados no sábado, 27, numa pizzaria em Santos, São Paulo. Os modelitos serão comercializados por Juliana em seu site. "Sempre adorei moda. Minhas amigas gostam do meu estilo e me pedem conselhos para se vestir. Daí, resolvi assumir meu lado estilista e desenhar roupas", diz Juliana.



Juliana num modelo desenhado por ela


Fonte:Ego




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:: Segunda-feira, Junho 29, 2009 ::

JULIANA HOJE NO SUPER POP




NÃO PERCAM!!!!


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:: Domingo, Junho 28, 2009 ::

Aniversário da Ju













Crédito das fotos: Michelle,Paul,Cris e Bruna


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:: Terça-feira, Junho 23, 2009 ::

FELIZ ANIVERSÁRIOOOOOOOOOOO!!!!!!!












Um alguém tão especial quanto você,
merece toda felicidade do mundo!
Sua maneira de ser, suas atitudes,
são suas marcas registradas.
Por isso, e por tantas outras coisas,
é que nós não poderiamos
jamais esquecer de lhe desejar felicidades!
Continue brilhando,como sempre brilhou,
e assim terá sempre pessoas
declarando carinho e amizade a você.
E que com sua sabedoria e bondade
continue conquistando as boas amizades.
Você merece!
Beijos com Carinho
Blog Oficial


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:: Domingo, Junho 21, 2009 ::

Personalidades - Juliana Góes




Conheça mais sobre a vida da jornalista santista, que ficou famosa em todo Brasil ao participar do Big Brother 8. Juliana fala sobre a infância, a patinação, a participação no BBB e seus projetos profissionais.
Dizem que mulher bonita e bem articulada não ganha BBB. Talvez esteja aí o motivo de Juliana Góes não ter levado o prêmio de R$ 1 milhão para casa. Mesmo assim, o trabalho rendeu para a santista visibilidade, trabalhos publicitários, estampando a capa de diversas revistas, como a Playboy, além de participações na televisão e propostas para seguir o seu caminho como jornalista.
Acompanhada de integrantes do seu fã clube, a ex-BBB concedeu entrevista exclusiva ao Jornal Vicentino, onde contou sobre a infância, a patinação, esporte em que conquistou o vice-campeonato mundial, o apuro que enfrentou ao tentar a sorte como modelo na Europa e, claro, sua participação no programa Big Brother Brasil. Confira:
JV - Quais as principais lembranças de sua infância em Santos.
Juliana Góes
- Morei em Santos durante 17 anos, quando fui para São Paulo trabalhar como modelo. Minha principal lembrança é a praia, porque morei um tempo de frente para ela. Eu ia quase que todos os dias com meu pai, passeava bastante, mergulhava no mar e minha lembrança é a orla da praia. Outra lembrança é o Colégio São José, onde estudei até o 3ª Colegial. Era uma aluna aplicada. Minha mãe e meu pai trabalhavam bastante, mas como meu pai tinha seu próprio negócio, ele estudava, fazia lição de casa comigo e exigia muito de mim, querendo sempre que eu tivesse nota acima de 9. Sempre estive entre as primeiras da classe. Quando meu pai faleceu, na 5ª série, não tinha quem ficasse no meu pé. Eu mesma tive a responsabilidade de correr atrás e manter isso.
JV - Foi ainda pequena que a patinação surgiu na sua vida?
Juliana Góes
- Tinha de cinco para seis anos, eu cismei com a patinação. Santos é uma das cidades que mais tem patinadores no Brasil, é muito tradicional e com um nível muito bom. Na minha geração, a patinação foi uma febre, minhas amigas ganharam patins e isso despertou minha curiosidade. Colocava meia, ia para o corredor do prédio, ficava deslizando pelo chão liso e pedindo patins aos meus pais. Eu enchi muito eles. No Natal pedi para o Papai Noel meu patins, ele respondeu dizendo que ia atrasar um pouco, porque a demanda era muito grande, pois todo mundo estava comprando patins (risos). E os patins chegaram um pouco depois. Depois que entrei na patinação, ninguém me segurou mais, nunca mais parei.
JV - Em que momento você viu que poderia levar a sério esse esporte?
Juliana Góes
- Eu gostava muito e para criança se interessar muito é porque tem alguma vocação, porque geralmente a criança procura um esporte, cansa e troca. Eu fiz jazz, sapateado, ballet, natação, handebol, vôlei, tudo eu trocava pela patinação, que eu ia com gosto. Eu odeio acordar cedo, mas acordava 8 horas para treinar antes da escola e também treinava depois. Sabia que se eu levasse em diante ia me trazer algum retorno, não financeiro, mas muito da minha disciplina, responsabilidade, equilíbrio, eu tirei da patinação.
JV - Nessa época já realiza trabalhos artísticos?
Juliana Góes
- Ainda não. A patinação tem espetáculos e quando tinha 10 anos me convidaram para fazer um solo de final de ano. Tem que aprender a lidar com o público, tem que passar algo bom e estar calma, pois o nervosismo atrapalha qualquer pessoa. Fui lá, fiz meu solo e aí começou o lado do público, de sorrir, ser desembaraçada e começou as minhas idéias de fazer comercial de TV. Só que eu era muito nova, fui deixando de lado, fiz um cursinho e outro de teatro e, quando tinha 16 anos, participei do concurso Garota AT, onde fui 3ª colocada. A partir daí começaram a surgir trabalhos como modelo e de comerciais. Acho que foi a hora certa.
JV - Porque optou pela faculdade de jornalismo?
Juliana Góes
- Eu até pensei em fazer Artes Cênicas para ser atriz, mas sabia que era um mercado muito concorrido. Jornalismo também é, mas tem várias áreas de atuação. Artes Cênicas tem que bater muito na mesma tecla, pois no Brasil não se tem muito espaço para uma pessoa formada e é muito sofrível começar como atriz. Optei pelo jornalismo porque eu amo escrever, adoro televisão e gosto de rádio. Fiz jornalismo e, por sorte, já tive um convite para apresentar um programa independente na TV Santa Cecília logo no primeiro ano de faculdade. Foi minha primeira experiência como jornalista e já no primeiro ano vi que tinha feito a escolha certa, porque era isso mesmo que eu queria.
JV - Nessa época, você representou o Vasco da Gama no concurso “Musa do Brasileirão”. Por que?
Juliana Góes
- Foi muito engraçado. Tinham vários times e eu fui uma das últimas para fazer fotos, mas o Santos já tinha sido fotografado. Eu nunca torci pra nenhum time. Tinham seis camisas e deixaram eu escolher. Eu falei que era de Santos, mas como tinha o Vasco na escolha e eu já havia patinado e competido pelo Vasco da Gama, de Santos, escolhi ser muda do clube carioca. Enfim, existia essa ligação, defendi o clube, uma vez que o Vasco me deu muita alegria na patinação. Comecei a me envolver, o pessoal da torcida começo a dar a maior força, fui para o jogo e virei torcedora. Aqui na Vila fui algumas vezes torcer para o Santos e hoje levo os dois times; o Santos, em São Paulo, e o Vasco, no Rio.
JV - Depois da faculdade, você foi fazer trabalhos fora do País e passou por apuros. Como foi isso?
Juliana Góes
- Eu sempre quis morar fora, na minha cabeça giram mil idéias e essa era uma delas. Podia ser para fazer inglês, ser babysister, não sei. Quando acabei a faculdade, eu já trabalhava como modelo, estava em ótimas agências de São Paulo e achei que era a hora, porque não estava trabalhando como jornalista. Pensei: “vou, fico um ano e meio, junto dinheiro, volto, compro um apartamento e procuro emprego”. Fiz as malas, fui para a Itália, mas lá o mercado é complicado, porque as melhores top models do mundo estão lá e eu tenho míseros 1,70, tenho curvas, não sou mulher fruta, mas precisa ser super esguia. Meu perfil é de modelo comercial, para catálogos, e a agência achou que eu não ia render muita, mas a Turquia estava interessada em mim. Cheguei lá, estava bombando, cheia de trabalho. Na primeira semana, fechei vários contratos ótimos. Passada essa primeira semana, comecei a me sentir mal, ter enxaquecas, e que não passavam, e eu não fico doente por nada; tomava remédio e não melhorava. Fui me consultar, me internaram de emergência por que eu cheguei desmaiando de dor. Eu fiquei 24 horas sozinha, com meu celular, passaporte e dinheiro e constataram que era meningite. Aqui, minha mãe estava desesperada, pois minha avó tinha quebrado o fêmur e não sabia para onde ir. Eu falei pra ela confiar na educação que ela me deu, que ela me criou para o mundo e eu eu ia aguentar as pontas. Graças a Deus minha mãe fez um plano de saúde internacional antes de viajar.
JV - Depois disso decidiu voltar para o Brasil?
Juliana Góes
- Fiquei oito dias internadas e turco não fala inglês, ou seja, estava num país esquisito, onde as mulheres são submissas, com uma cultura louca, onde o taxista não para pra te levar se você estiver sozinha. Mas eles me ajudaram muito, foram muito doces comigo. Passado esse tempo, me recuperei, e tinha que ficar mais uma semana em repouso, quando fui comunicar para a agência. Aí eu ouvi: “Imagina, já perdeu quantos mil dólares e a dívida está crescendo”. Dívidas por que eles pagam minha passagem aérea, moradia, e vão abatendo e a dívida estava crescendo. Eu não quis saber, peguei minhas malas, e pensei que mesmo não sendo ninguém no Brasil, aqui me dão valor, ninguém me trata daquele jeito. Não sou um produto, um cabide que veste roupa, sou um ser humano. A meningite é muito séria, cheguei a fazer dois trabalhos com enxaqueca, mas não sabia o que eu tinha.
JV - Quando retornou decidiu se inscrever para o Big Brother Brasil?
Juliana Góes
- Tentei ir de volta pra Coréia do Sul, China, tinha contrato com todos esses lugares e nunca dava certo. Até com jornalismo nada estava dando certo, nem para eu ir embora de novo. Algo me prendia aqui, foi quando eu me inscrevi no BBB. No BBB6 cheguei a ir até a fase de entrevistas no Rio de Janeiro. No BBB 8 foi tudo indo bem, até que eu entrei. É muito louco porque ninguém te dá certeza em nenhum momento, ninguém fala que você está dentro. Você fica otimista, mas apreensivo. Apareceram em casa no dia 2 de janeiro e falaram “faz suas malas, você está dentro”.
JV - Dentro da casa era tudo como você imaginava ou muito diferente?
Juliana Góes
- Foi diferente, porque nunca assisti muito, eu nunca gostei de Big Brother. Uma amiga minha que conhecia pessoas que já participaram falou para tentar, que do jeito que eu era sortuda, podia me ajudar, por causa do dinheiro. Em nenhum momento pensei em entrar lá por causa do BBB, em conhecer a casa. Era totalmente pelo dinheiro. Mesmo que saísse lá desconhecida, seja na 2ª ou na 10ª semana dava na mesma. Em nenhum momento achei realmente que ia ganhar por que mulher, bonitinha, que sabe falar, com estudo, com casa, família e nunca passou dificuldades, não ganha BBB, vamos combinar. Mas fiz muitos trabalhos como modelo, participações como atriz, foi bem proveitoso.
JV - Se pudesse voltar, mudaria seu comportamento dentro do programa?
Juliana Góes
- Acho que bateria de frente com as pessoas. Fui muito calma, pois eu sou assim no dia-a-dia, e eu não queria fazer bonito. Mas, de um ano para cá, pessoas que eu confiava me passaram a perna. Percebi que, às vezes, vale mais você se impor mesmo, do que falar “não, deixa para lá, não vou me estressar”. Porque se você não se impor, não te respeitam como merece, mas sem baixar o nível.
JV - Tem amizades ainda com os outros participantes do BBB8?
Juliana Góes
- As amizades que fiz lá são verdadeiras, mas não digo que falo com as pessoas todos os dias, pois todas se distanciaram, é algo natural. Tem o Felipe, o Negão, que não falo há meses, mas é um grande amigo. Além dele, tem a Tati, o Doutor Marcelo e o Rafinha. Sei que podem passar três, quatro, 10 anos, mas quando encontrar sei que será algo sincero.
JV - O que o Big Brother te trouxe de bom?
Juliana Góes
- Conheci muita gente legal, viajei o Brasil, sou apaixonada por viajar e até hoje recebo um carinho que nunca imaginei, como pessoas me parando na rua, falando algo bom, e isso é inspirador. Às vezes, você precisa de alguém que te ponha para cima, pois faz bem para a alma. Esse carinho todo que recebo é precioso. Tenho um fã-clube, onde estão as pessoas que que mais tenho contato; são adolescentes, mas estão sempre presentes e, na medida do possível, dão a força que preciso para continuar. Até por que ninguém é de ferro e, às vezes desanimamos, pensando que as coisas podem não acontecer. E eles me apóiam, é demais! Foi uma das melhores coisas mesmo.
JV - Depois do BBB, todos aproveitam o máximo da visibilidade e, depois, seguem seu caminho. Bate medo ou ansiedade nesse momento?
Juliana Góes
- Com certeza. Passou um ano, tive duas propostas de voltar a trabalhar na TV com o que eu quero, mas achei que fosse muito mais. Só que esse mercado de BBB já está saturado. Pode ver os anteriores, quem são as pessoas que você vê? Ninguém. A própria Globo não está aproveitando mais as pessoas que saem de BBB. Quem entra lá e acha que vai ser popstar, não vai. Mulher vai ganhar muito mais que o homem. É o preço da fama, ou você gosta, ou odeia. Tem gente que me para na rua, fala 10 minutos, mas eu estou lá ouvindo, porque é o respaldo que eu dou. As pessoas querem saber e eu preciso ser legal com elas. Tenho que ouvi críticas, saber onde estou me metendo, pois nem tudo são flores.
JV - Quais são seus projetos dentro do jornalismo?
Juliana Góes
- Quero ser apresentadora mesmo, mas não de telejornal por enquanto, porque acho que sou jovem e acho que dá para explorar uma outra linguagem, algo mais dinâmico, que tenha mais a ver comigo. Mas as duas propostas que eu tive são boas e estou analisando. É isso que eu busco, voltar para a televisão, pois é algo que me deixa feliz. Posso gravar dez horas que eu não canso.
JV - Tivemos também o seu retorno para a patinação. Como foi isso?
Juliana Góes
- Esse ano foi muito bom pra mim. Apesar de levar tombos de pessoas que eu confiava, eu estou mais perto de quem eu gosto, da minha família, namorado, das amigas, do meu fã-clube, porque eu fico mais em Santos, apesar de morar em São Paulo. Pude retornar à patinação, que não preciso falar o quanto isso me faz bem, e com minhas amigas de infância, pois patinamos em grupo e é uma terapia para mim. Isso melhorou ainda mais meu entusiasmo, meu humor. Garantimos vaga para o Mundial, em novembro, na Alemanha, e estamos correndo atrás de patrocínio. E o melhor é que temos muita chance de voltar com uma medalha. Estou torcendo desde já!

Fonte: jornalvicentino


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